Posted 20 May 2012, 6 days ago | 46,937 notes | reblog this post
(originally vivendodeilusoes / via quase-heroi)

e agora ? o que eu faço com o vazio que você deixou aqui quando se foi ?

Posted 20 May 2012, 6 days ago | reblog this post

Demonstra, demonstra por favor.

Posted 20 May 2012, 6 days ago | 27,137 notes | reblog this post
(originally verdadesdegaroto / via verdadesdegaroto)
Posted 20 May 2012, 6 days ago | 273 notes | reblog this post
(originally c--loser / via mrs-fucker)
Posted 20 May 2012, 6 days ago | 31,972 notes | reblog this post
(originally verborragias / via mrs-fucker)
Posted 20 May 2012, 6 days ago | 46,174 notes | reblog this post
(originally sinandslaughter / via mrs-fucker)

colecionadora-de-sonhos:

Esse tempo frio lhe trazia lembranças, as boas e as ruins também […] Não sabia porque, talvez ficava mais quieta, ficava mais sozinha. As boas lembranças eram praticamente perfeitas, pessoas, momentos… Mas não poderia revivê-las estavam todas fora de seu alcance aprisionadas ao passado. As ruins, essas gostaria de esquecer de uma vez por todas, mas achava que elas não irão lhe deixar tão cedo, elas lhe torturam, a acompanham, mesmo que as esquecesse  por um tempo elas permaneceriam vivas no fundo de sua alma, como se tudo tivesse acontecido a poucos dias. O que mais tinha medo era que aquelas más lembranças se concretizassem no seu presente, que tudo se repetisse, os mesmos erros e ilusões, não, não gostaria de viver tudo aquilo novamente, não aguentaria as mesmas decepções novamente. Tinha sido forte antes, mas não saberia se conseguiria ser novamente, porque não foi realmente forte, apenas fingiu ser. Construiu aquela imagem perfeita de super garota que suportaria qualquer coisa, mas não é bem assim. Ela sente, por mais que não quisesse ela sentia, e no momento só queria alguém em quem confiar. As lembranças boas não se diferenciavam tanto das ruins, todas elas não lhe permitiam viver o presente, ficaria ali presa no passado enquanto não se livrasse de todas elas. Mas mesmo que tentasse sempre restaria uma, e essa uma era suficiente para fazer seu mundo desabar. Quando finalmente estava conseguindo se desapegar das pessoas elas estavam se reaproximando dela, mas que ironia, a gente esquece a pessoa e ela lembra da gente. Mas com decepções adquirimos experiências, aos poucos vamos aprendendo, a vida nos ensina. Ás vezes parava e falava para si mesma “Vamos lá, aguente só mais um pouco, logo chegará o final”, mas esse tal final tava demorando de chegar, e o tempo vai trazendo o cansaço. Cansa lutar, insistir, investir, simplesmente cansa e a gente vai se acostumando as coisas do jeito que elas estão, nos adaptamos. Acabamos nos acostumando a dor, que acaba virando uma velha amiga. Ficava ali relembrando o que deveria ser esquecido, queria pôr tudo em ordem, mas não sabia como faria isso, as coisas estavam se complicando a cada dia que passava. E lembranças eram as únicas coisas que lhe restavam, nada na sua vida era concreto, tudo era incerto.

Eles falam ‘esqueça’ como se fosse fácil .

E quantas vezes você quis um abraço e ninguém te abraçou? 

Posted 20 May 2012, 6 days ago | 22,912 notes | reblog this post
(originally vacaaprofana / via anjodaasaquebrada)
and takes me about your world
coleciona(dor)a de ilusões .
keep up standing
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